O futuro do emprego

Emprego, competências e estratégia da força de trabalho para a quarta revolução industrial

O fórum económico mundial acaba de lançar o estudo destinado a analisar o emprego para os próximos anos a que chama a quarta revolução industrial.

Essencial para que empresários, investidores e gestores afinem estratégias ou uma ótima fonte de informação para os responsáveis de RH.

Imprescindível também para os estados definirem as suas linhas de atuação, na educação, formação e qualificação para minimizar impactos enormes, quando se prevê a perda de milhões de empregos e o agravamento da desigualdade.

Os principais elementos de mudança são de duas grandezas: demográficos e socioeconómicos e tecnológicos.


Elementos de mudança demográficos e socioeconómicos

Alteração de ambientes de trabalho

Crescimento da classe média nos mercados emergentes

Alterações climáticas, escassez de recursos naturais e transição para uma economia mais verde

Crescente volatilidade geopolítica

Novas preocupações dos consumidores sobre as questões éticas e de privacidade

Longevidade e envelhecimento das sociedades mais avançadas

Demografia “jovem” em mercados emergentes

Aumento das aspirações das mulheres no que respeita ao poder económico

Rápida urbanização

Elementos Tecnológicos de mudança

Internet móvel e tecnologia de cloud

Avanços na capacidade de computação e Big Data

Novas fontes e tecnologias de energia

Internet das Coisas

Crowdsourcing, economia de partilha e as plataformas “peer-to-peer

Robótica avançada e transporte autónomo

Inteligência artificial e “machine learning

Fabrico avançado e impressão 3D

Materiais avançados (grafeno, por exemplo), biotecnologia e relacionados com o genoma humano

 

 Foram definidas as competências nucleares para o trabalho qualificado para responder com eficácia a estas mudanças.

Antonio de Carvalho Oliveira

http://www3.weforum.org/docs/Media/WEF_FutureofJobs.pdf

 

Lean Kaizen

 

14/04/2015

 

Artigo no jornal da RTP que foca a entrega de prémios Kaizen Lean pelo Instituto Kaizen e que realça aspetos a melhorar nas empresas portuguesas.

 

Tese de Mestrado

 A profusão de marcas de medicamentos, com dezenas de genéricos iguais de laboratórios diferentes, leva a que, por um lado, as farmácias tenham que racionalizar e ter uma gestão criteriosa dos medicamentos, e por outro lado, os doentes tenham dificuldades na identificação de toda essa panóplia de medicamentos.

Uma das grandes áreas da Engenharia e Gestão Industrial é a racionalização de processos, seja na indústria, seja nos serviços. Estes dois factos deram-me a ideia para a minha tese de mestrado.

Para este estudo é necessária a colaboração de uma equipa multidisciplinar, desde a área da engenharia industrial, até à farmacêutica, passando pela geriatria, marketing e design gráfico, pelo que recorri à OTIC.IPP (Oficina de Transferência de Tecnologia e Conhecimento do I.P. do Porto), estrutura que promove a inovação

Ler mais: Tese de Mestrado

Sistemas de apoio à decisão

Com o crescimento das Organizações e a evolução da Tecnologia utilizada nos processos produtivos, com o consequente aumento da complexidade, cada vez mais temos necessidade de dispositivos que facilitem as decisões, e reduzam o impacto de variações de processo.

Isto faz-se a 3 níveis: nível estratégico, nível tático e nível operacional.

Nível Operacional

São normalmente sistemas que efetuam transações comuns e rotineiras, embora críticas. (Cálculo da folha de Pagamentos, por exemplo) e são utilizados Sistemas de Processamento de Transações (CRM – Customer Relationship Management e ERP – Enterprise Resource Planning).

Nível Tático:

São sistemas responsáveis por gerar relatórios contendo análise de informações passadas e atuais, e que visam auxiliar na monitorização de processo e tomada de decisão (Sistemas de Informação de Gestão (SIG) e Sistemas de Apoio à Decisão (SAD)).

Nível Estratégico:

São sistemas que fazem recolha de dados dos outros níveis administrativos (através de Business Intelligence – Olap, datamining, etc.) para que a gestão de topo possa estabelecer o rumo a ser seguido pela empresa, com vista em obter um maior nível de otimização.

No que diz respeito aos SAD (Sistemas de Apoio à Decisão) focar-me-ei num software de simulação: o ARENA.

Num mundo globalizado, em permanente mudança, a complexidade torna as decisões lentas, inconstantes e de alto risco. É necessário criar modelos que simplifiquem os processos e permitam tomar boas decisões e em tempo útil.

Aí, a simulação é uma ferramenta de apoio à decisão essencial, pois permite demonstrar, predizer e medir novos sistemas e estratégias no sentido de obtenção de um melhor desempenho e produtividade. O Arena suporta simulação em áreas como o fabrico (simulação de layouts, fluxos de produção, controlo de inventários...), cadeia de fornecimento (análise de cenários, operações JIT, 6Sigma, Lean, etc.), packaging, contact centers ou em organizações de saúde.

O setor de saúde beneficia do uso de simulação para estudar o fluxo de pacientes, recursos humanos, utilização otimizada dos equipamentos, racionalização de recursos na Emergência e processos de admissão ou planeamento de instalações. Com isso, temos várias vantagens:

• aumento significativo na qualidade do atendimento;

• otimização do tempo da consulta;

• sem grandes custos adicionais;

• tomada de decisões e realização de procedimentos à distância.

A simulação é, portanto uma evidente mais-valia para qualquer organização moderna e competitiva.

Análise desperdícios

 

Uma das ferramentas da Filosofia Lean é identificar os desperdícios das empresas. Para isso existem diversas metodologias. Aqui está uma muito simples em Excel, que pode ajudar a fazer uma análise aos desperdícios mais comuns.

Este pequeno programa permite fazer uma análise de desperdícios em projetos de produção industrial ou de serviços (na área das tecnologias da informação, embora possa ser adaptado a outro tipo de serviços). Pode dar nome aos projetos. Apresenta depois os resultados num gráfico de radar, que nos dá uma ideia de onde atuar e do estado em que estamos numa escala de 1 a 125 (quanto mais elevado mais desperdícios existem). Existem 7 tipos de desperdícios relacionados com excesso de produção, stocks, esperas, movimentação, transportes, defeitos e desperdício do próprio processo). Deve escolher no formulário entre 6 opções (de nunca até sempre), de acordo com a perceção da equipa que está a fazer a análise, verificando no fim onde há mais desperdícios de modo a escolher quais as áreas prioritárias de atuação. No gráfico de produção existem botões para cada área que nos levam a possíveis causas e contramedidas para que possa rapidamente verificar como pode melhorar a performance da sua empresa.

desperdicios

Subcategorias

  • Trabalhos

    Nesta categoria disponibilizo diversos trabalhos executados, individualmente ou em grupo no âmbito do mestrado em Engenharia Industrial.

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